Piraquara: amiga de Bianca Prado vira peça-chave na investigação
Polícia tenta reconstruir últimos passos da jovem e apura possível participação de mais de uma pessoa no crime
A Polícia Civil tenta montar um “quebra-cabeça” para esclarecer a morte de Bianca Vieira do Prado, de 19 anos. A Band Paraná apurou que uma das peças consideradas fundamentais neste momento é a amiga que estava com a jovem no dia do desaparecimento.
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Os investigadores querem entender quem fazia parte do círculo de amizades de Bianca, quais eram as pessoas mais próximas e com quem ela manteve contato nos dias anteriores ao desaparecimento.
A análise das relações da vítima pode ajudar a polícia a reconstruir os últimos passos da jovem e definir com mais precisão a linha de investigação.
Amiga estava com Bianca no dia do desaparecimento
A amiga que acompanhava Bianca quando ela saiu para ir a uma casa noturna de Curitiba deve ter papel importante na apuração.
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Segundo informações obtidas pela Band Paraná, os investigadores querem esclarecer toda a dinâmica daquele dia, incluindo os deslocamentos, contatos e pessoas que estiveram próximas da jovem.
Bianca desapareceu em 16 de setembro. O corpo foi encontrado enterrado em uma cova rasa em uma área de mata de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba.
Polícia apura participação de mais pessoas
Outro ponto analisado pelos investigadores é a possibilidade de mais de uma pessoa ter participado do crime.
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De acordo com a apuração da Band Paraná, pelas características do caso, com o corpo levado para uma área de mata e enterrado, a polícia trabalha com a hipótese de participação de duas a três pessoas.
Essa possibilidade ainda faz parte da investigação e depende do avanço das diligências e dos elementos reunidos pela Polícia Civil.
Caso tem apoio de delegacia especializada
O caso é investigado pela Polícia Civil de Piraquara, município onde o corpo de Bianca foi localizado.
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A investigação conta ainda com o apoio da Delegacia de Proteção à Pessoa (DPP), unidade da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
A polícia ainda aguarda laudos periciais e mantém parte das informações sob sigilo para não comprometer o andamento das investigações.
