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Primavera aquece consumo de sorvete e impulsiona expansão no país

Setor projeta alta nas vendas até 2033 e rede curitibana Soft quer dobrar número de lojas nos próximos anos

2 min

25/09/2026 14:45 • Atualizado há 12 horas

Primavera aquece consumo de sorvete e impulsiona expansão no país

Com a chegada da primavera e dos dias mais quentes, os brasileiros intensificam o consumo de sorvete e o setor projeta novas altas nas vendas em todo o país, cenário que impulsiona redes como a Soft, de Curitiba, em um mercado que, segundo a Abrasorvete, não para de crescer.

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Consumo em alta e metas ambiciosas

As empresas do segmento destacam que o movimento nas lojas aumenta com a elevação das temperaturas, mas já não depende apenas da estação. Em diversas cidades, a procura se mantém elevada durante o inverno, o que garante receita mais estável ao longo do ano.

De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes (Abrasorvete), cada habitante consome em média quase 8 litros de sorvete por ano no Brasil. Na visão da entidade, o produto é mais popular entre pessoas de 25 a 44 anos, faixa etária que representa mais da metade dos consumidores.

A Abrasorvete aponta ainda que há espaço para crescer. A meta do setor é aumentar em 50% o consumo nacional até 2033, aproveitando mudanças de hábito da população, maior oferta de produtos e a expansão de redes especializadas em diferentes regiões do país.

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Soft expande operações além de Curitiba

Em Curitiba, a rede de sorveterias Soft viu o negócio ganhar escala nos últimos anos. A primeira loja, aberta na capital paranaense, deu origem a um projeto de expansão que hoje inclui mais de 20 unidades, entre próprias e franquias, em municípios fora de Curitiba e também de outros estados.

“A demanda por sorvete cresceu muito nos últimos anos, acompanhando uma mudança no comportamento de consumo”, afirma Matheus Krauze, fundador da Soft. “Com isso, já passamos de 20 unidades entre lojas próprias e franquias em diferentes estados.”

A proposta da marca foi oferecer produtos com inovação e ingredientes mais naturais, atendendo um público que busca opções diferentes das sorveterias tradicionais. Segundo o empresário, esse reposicionamento ajudou a fortalecer a presença da rede em mercados novos.

“Percebemos que ainda há bastante espaço para crescer no Brasil”, avalia Krauze. “Nossa meta é continuar expandindo e chegar perto de 40 lojas até 2027.”

Com as temperaturas em elevação e projeções otimistas para a próxima década, empresas como a Soft pretendem aproveitar o bom momento do setor, enquanto a indústria acompanha a mudança nos hábitos de consumo e ajusta a oferta para manter o ritmo de crescimento.

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