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Professora morre após complicação durante cirurgia estética em Maringá

Rosângela de Oliveira Coiado, de 61 anos, sofreu parada cardiorrespiratória durante cirurgia estética em Maringá.

2 min

04/11/2026 09:29 • Atualizado há 1 hora

Professora morre após complicação durante cirurgia estética em Maringá

Professora aposentada Rosângela de Oliveira Coiado, de 61 anos, morreu no dia 29 de outubro, após procedimento estético.

A professora aposentada Rosângela de Oliveira Coiado, de 61 anos, morreu após sofrer uma parada cardiorrespiratória durante um procedimento estético no rosto, realizado em uma clínica de Maringá, no Norte do Paraná. A morte ocorreu no dia 29 de outubro, um dia após a cirurgia.

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Segundo informações divulgadas pelo portal OBemdito, Rosângela realizava um lifting facial e uma blefaroplastia, cirurgia para correção das pálpebras, quando apresentou a complicação. O procedimento foi interrompido.

A professora foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada ao Hospital Bom Samaritano, onde morreu na tarde do dia seguinte.

Polícia Civil investiga a morte

A família registrou um boletim de ocorrência para esclarecer as circunstâncias da morte.

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) confirmou ao portal OBemdito que investiga o caso e aguarda o resultado do laudo de necropsia para identificar a causa da morte. As pessoas envolvidas no atendimento deverão ser ouvidas.

Rosângela morava em Cafezal do Sul, no Noroeste do Paraná, era casada havia 40 anos e deixou dois filhos e dois netos.

O que diz a clínica

O procedimento foi realizado no Instituto Algarve, em Maringá. Em nota divulgada pelo advogado da instituição, a clínica afirmou que a paciente havia realizado exames pré-operatórios com resultados dentro da normalidade.

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Segundo o Instituto, Rosângela estava acompanhada por uma médica anestesiologista e sob monitoramento quando apresentou a intercorrência. A equipe realizou manobras de reanimação e conseguiu restabelecer a circulação antes da transferência ao hospital.

A clínica também afirmou que houve demora na análise de um pedido de leito de UTI, posteriormente negado pelo plano de saúde da paciente. A instituição defende que essa situação seja investigada.

O Instituto Algarve ressaltou que a causa da morte ainda não foi determinada e que não há, até o momento, documento oficial que comprove relação direta entre o procedimento e o óbito.

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A instituição informou ainda que o procedimento foi coordenado por um cirurgião-dentista habilitado em Cirurgia Estética Orofacial e que está colaborando com as investigações.

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