Veja como foi o debate da Band com senadores no Paraná
A Band realizou um debate entre candidatos ao Senado pelo Paraná, nas eleições de 2026, marcado por embates sobre a relação entre Congresso e Poder

A Band realizou um debate entre candidatos ao Senado pelo Paraná, nas eleições de 2026, marcado por embates sobre a relação entre Congresso e Poder Judiciário, segurança pública, infraestrutura e violência doméstica.
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Primeiro bloco discute Congresso e Judiciário
No primeiro bloco, os candidatos discutiram a relação do Congresso com o Poder Judiciário e a crise institucional em Brasília, além do papel do Senado em momentos importantes, como a indicação de ministros ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Também entrou na pauta a possibilidade de limitar o tempo de mandato dos integrantes da Corte e de estabelecer punições em casos de crimes comprovados, tema que foi comentado pelos participantes.
Deltan e Gleisi elevam tom do debate
O clima esquentou na troca de ataques entre Deltan Dallagnol e Gleisi Hoffmann. Deltan afirmou que Gleisi "defende criminosos", enquanto ela o chamou de "ficha suja" e "inelegível".
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Os dois ainda trocaram acusações sobre projetos relacionados à segurança pública que não foram aprovados ou que seguem em tramitação no Senado, responsabilizando adversários pela falta de avanço das propostas.
Infraestrutura e atuação dos senadores
A infraestrutura nas estradas do Estado também foi tema de confronto entre Alexandre Curi, do Republicanos, e Filipe Barros, do PL. Curi afirmou que há falta de investimentos do Governo Federal no Paraná e atribuiu o cenário à baixa atuação dos atuais senadores em Brasília.
No confronto de pergunta, Barros foi cobrado a se posicionar sobre a situação das rodovias, enquanto Curi insistia na necessidade de uma bancada mais ativa para destravar recursos.
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Acusações sobre banqueiros e partidos
Cristina Graeml, do PSD, questionou Filipe Barros sobre suposto favorecimento a banqueiros, citando o nome de Daniel Vorcaro. Segundo a candidata, o adversário atua em defesa de interesses do setor financeiro.
Barros rebateu e disse que Cristina, apoiada pelo governador Ratinho Junior, "se vendeu" ao partido de Gilberto Kassab. Em resposta, ela o chamou de "mentiroso", relembrou um convite de Ratinho para que integrasse o partido dele e afirmou que foi abandonada pelo antigo grupo político.
Violência doméstica e feminicídio
O aumento da violência doméstica nos últimos anos também entrou na pauta, em um embate entre Gleisi Hoffmann e Cristina Graeml. Gleisi citou o Pacto Nacional contra o Feminicídio e defendeu ações coordenadas para enfrentar os crimes contra mulheres.
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Ela ainda relembrou falas consideradas misóginas do ex-presidente Jair Bolsonaro, que, segundo Gleisi, é defendido pela candidata do PSD, o que intensificou a disputa entre as duas postulantes ao Senado.
Jornalistas trazem novos temas
No segundo bloco, jornalistas convidados participaram com perguntas sobre segurança pública, liberdade de expressão e o fim da escala seis por um no mercado de trabalho.
Os candidatos também foram questionados sobre apostas esportivas, regulamentação das redes sociais e emendas parlamentares impositivas, temas sobre os quais apresentaram suas posições.
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Crises em Brasília e Banco Master
O terceiro bloco foi marcado pelas crises em Brasília. O ministro Alexandre de Moraes voltou a ser citado, e suas decisões foram novamente mencionadas no contexto da relação entre Congresso e Judiciário.
A polêmica envolvendo o Banco Master retornou à pauta e serviu de motivo para novas acusações entre os participantes.
Recursos para cidades paranaenses e a baixa participação de prefeitos em Brasília também foram discutidos, aparecendo como temas centrais para o futuro do Estado.
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No último bloco, os candidatos fizeram suas considerações finais, retomando propostas apresentadas ao longo do programa e tentando convencer o eleitorado paranaense.
