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Quem era Gassi Mazia, médica morta a facadas em Maringá

Profissional tinha 37 anos, trabalhava na atenção básica em Sarandi e deixou um bebê de aproximadamente oito meses

2 min

06/09/2026 11:08 • Atualizado há 2 dias

Quem era Gassi Mazia, médica morta a facadas em Maringá

Gassi Paola de Souza Mazia, de 37 anos, médica encontrada morta a facadas dentro do apartamento onde morava, em Maringá, atuava na atenção básica de saúde de Sarandi, na Região Metropolitana de Maringá.

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A médica trabalhava como médica da família na Unidade Básica de Saúde (UBS) Nova Aliança. Após a morte, a Prefeitura de Sarandi divulgou uma nota de pesar e destacou a contribuição da profissional para a saúde pública do município.

Gassi foi encontrada morta na noite deste sábado (5). Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), ela e o companheiro, João Vitor Domingues Romeiro, de 25 anos, mantinham um relacionamento conturbado e haviam reatado recentemente.

A investigação aponta que o casal discutiu na noite do crime e que Gassi foi esfaqueada. Ela morreu ainda no apartamento.

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Bebê estava no apartamento

O filho do casal, um bebê de aproximadamente oito meses, também estava no imóvel.

Segundo as informações repassadas pela Polícia Militar, a criança foi encontrada em um sofá do apartamento quando as equipes chegaram ao local.

O companheiro da médica foi localizado posteriormente em Mandaguari, na casa da mãe, com ferimentos no pescoço. Conforme a PM, ele confessou aos policiais ter matado a esposa.

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João Vitor recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado ao Hospital Universitário de Maringá, onde permanece sob escolta policial.

O caso é investigado como feminicídio.

Morte de médica gera comoção nas redes sociais

A morte de Gassi provocou uma série de manifestações de pesar nas redes sociais.

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Em diferentes comentários, pessoas lamentaram a morte da médica e prestaram solidariedade à família.

“Meus sentimentos. Que Deus conforte os corações de todos os familiares e amigos”, escreveu uma pessoa.

Outra publicação lamentou a trajetória interrompida da profissional: “Que triste, estudou tanto. Meus sentimentos aos familiares”.

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Também houve manifestações de tristeza diante da violência. “Meu Deus, que tristeza”, escreveu outra pessoa ao comentar o caso.

As circunstâncias e a motivação do crime seguem sob investigação da Polícia Civil.

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