Bienal do Livro reúne obras que ajudam jovens a enfrentar desafios e completar coleções
600 mil pessoas devem passar pelos pavilhões do Riocentro até o próximo domingo

Um livro para superar um momento da vida ou simplesmente para completar uma coleção. Assim estão os corredores da Bienal do Livro, que vai até o dia 22 de junho no Rio Centro.
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Entre os milhões de títulos, muitos que ajudam nas dificuldades da vida, principalmente entre os jovens, principal público da Bienal.
A edição deste ano, por exemplo, já foi palco para o encontro de uma jovem interna do Degase com a escritora Thalita Rebouças. A adolescente, que teve a identidade preservada, conta como surgiu a paixão pelos livros.
A roteirista e premiada autora carioca Flávia Lins e Silva está na feira com o lançamento do livro Depois do fim, que ensina aos jovens leitores sobre descobertas, amadurecimento e luto.
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Os títulos mais procurados são os de literatura fantástica, que exploram novos mundos e seres. Pensando em explorar a imaginação, a Editora Aleph, por exemplo, levou o Parque dos Dinossauros, de Seven Spielberg, para o cenário do estande.
A recepcionista hospitalar Ana Beatriz Mendes não perde uma edição da Bienal desde criança. Este ano ela já foi à feira duas vezes e conta que aproveitou promoções.
600 mil pessoas devem passar pelos pavilhões do Riocentro até o próximo domingo, quando termina a Bienal.
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130 mil estudantes das redes públicas e privadas vão comparecer ao evento.
A expectativa dos editores é alta, já que no primeiro fim de semana, as vendas já aumentaram em relação ao último ano de evento no Rio.
