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Criminoso alvará de soltura falso para tentar deixar presídio

O criminoso que seria beneficiado com um alvará de soltura falso para ser colocado em liberdade já tinha fugido do sistema penitenciário. O caso aconteceu em

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23/10/2026 16:46 • Atualizado há 1 dia

Criminoso alvará de soltura falso para tentar deixar presídio

O criminoso que seria beneficiado com um alvará de soltura falso para ser colocado em liberdade já tinha fugido do sistema penitenciário. O caso aconteceu em 2009. Na terça-feira (20), Edmar Miliolli da Silva Albuquerque, de 48 anos, foi transferido para o presídio de segurança máxima conhecido como Bangu 1.

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O criminoso que tem mais de 92 anos de pena de prisão. Edmar estava no Presídio Gabriel Ferreira Castilho, também no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste.

Segundo a chefe do Serviço de Classificação da Secretaria de Estado de Polícia Penal, o documento chegou por e-mail. No entanto, o alvará de soltura deveria ter sido enviado à SEPPEN através do Sistema Eletrônico de Execução Unificado, o que já levantou suspeitas sobre a legalidade do documento.

Em seguida, novas inconsistências foram identificadas pela pasta , como o fato do remetente do e-mail ser o Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe; e o cabeçalho do alvará indicar a 34ª Vara Criminal da Capital e não a Vara de Execução Penal, responsável pelo registro da movimentação dos internos.

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Além disso, o número de identificação do alvará também estava incompleto, impossibilitando a consulta no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões. Após consulta ao Tribunal de Justiça, a SEPPEN confirmou que se tratava de alvará falso.

Agora, Edmar Miliolli da Silva Albuquerque também vai responder pelo crime de falsificação de documento público.

No início dos anos 2000, Edmar passou a ser investigado como integrante de uma quadrilha que roubava joias de comerciantes que vendiam as peças. Em 2003, o criminoso foi preso pela morte de Maria de Fatima Lima, esposa do então presidente da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel, José Tenório.

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Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Penal disse que, assim que o documento foi analisado e a falsificação confirmada, a Vara de Execuções Penais e os demais órgãos de fiscalização foram comunicados para adoção de medidas cabíveis.

Já a Polícia Civil disse que a investigação está em andamento para apurar os fatos.