Governo do Rio troca câmeras corporais para ampliar armazenamento de imagem
A licitação do Governo do Rio para novas câmeras corporais vai prever a preservação das imagens para uso em processos criminais. A medida deve ocorrer em

Governador dá início à operação de câmeras portáteis usadas por policiais
Divulgação/PMERJ
A licitação do Governo do Rio para novas câmeras corporais vai prever a preservação das imagens para uso em processos criminais. A medida deve ocorrer em março do ano que vem.
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Atualmente, o contrato com a L8 Group prevê armazenamento por três meses ou um ano, caso o agente use as câmeras no modo ocorrência.
A nova licitação da Secretaria de Estado de Segurança Pública vai criar uma matriz de responsabilidade para obrigar a empresa a enviar arquivos relacionados a processos criminais.
Com o fim do contrato com a L8, previsto para setembro, as cerca de 15 mil câmeras terão que ser devolvidas. O novo contrato manterá o quantitativo.
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Por determinação do Supremo Tribunal Federal, todos os batalhões da PM, inclusive especializados como o Bope, devem usar câmeras, assim como a Polícia Civil.
Levantamento do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania mostrou que mais de 74% de 117 processos analisados no Rio envolviam imagens não anexadas aos autos, policiais sem câmeras ou equipamentos não acionados.
Para Pablo Nunes, a matriz não resolve o problema. A pesquisa apontou ainda que mais da metade das gravações não chega aos processos judiciais.
