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Rio de Janeiro

Miliciano que usava farda falsa da Polícia Civil é preso no Rio de Janeiro

Leonardo Torres Gomes, o "Léo Piloto", foi localizado com carro de luxo roubado e pistola de uso restrito na Zona Oeste

2 min

23/10/2026 17:08 • Atualizado há 1 dia

Uma ação policial resultou na prisão de Leonardo Torres Gomes, conhecido como "Léo Piloto", localizado em sua residência na última quinta-feira (22). Apontado como integrante de uma milícia, o criminoso foi encontrado com uma pistola de uso restrito e um veículo de luxo roubado com identificações adulteradas. Esta é a segunda vez que Léo é preso por envolvimento com grupos paramilitares.

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Léo Piloto é o indivíduo que aparece em registros de imagens vestindo um uniforme falso da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (DRACO). Segundo as investigações, os criminosos utilizavam o fardamento falso para fingir que eram policiais e, assim, evitar possíveis ataques de traficantes da facção Comando Vermelho no bairro de Campo Grande.

Histórico criminal e atuação na Zona Oeste

Léo Piloto já havia sido preso no ano de 2022 sob acusações de envolvimento com milícia, receptação e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Ele é apontado como o responsável por coordenar e executar ataques armados da organização criminosa que atua nas regiões de Campo Grande e Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Segundo a polícia, as ações eram executadas sob o comando do chefe do grupo, Paulo Roberto de Carvalho Martins, conhecido como "PL". Atualmente foragido da Justiça, PL possui dois mandados de prisão em aberto pelo crime de homicídio.

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Outros alvos e extorsão a moradores

A Polícia Civil busca localizar outro miliciano foragido: Lorran Vasconcelos Martins, que também foi flagrado em imagens do dia 4 de julho vestindo uma farda falsa. Cerca de dez dias após o registro, agentes realizaram uma operação na Zona Oeste com o objetivo de capturar a dupla, mas não os encontraram na ocasião.

As investigações prosseguem para identificar outros envolvidos nas ações armadas da milícia na região. Além dos confrontos, o grupo criminoso é investigado por praticar extorsões contra moradores locais.

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