PM é condenado por morte de pintor durante pagode em Nova Iguaçu
A Justiça do Rio condena por homicídio qualificado o policial militar acusado de matar à queima roupa um pintor predial durante um pagode em Nova Iguaçu, na

O cabo Vinicius Rodrigues Pacheco, do 41º BPM
Reprodução
A Justiça do Rio condena por homicídio qualificado o policial militar acusado de matar à queima roupa um pintor predial durante um pagode em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Vinicius Rodrigues Pacheco, conhecido pelo apelido de "Lico" deverá cumprir a pena de 14 anos em regime fechado.
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A decisão da 4ª Vara Criminal de Nova Iguaçu é desta segunda-feira (26).
O crime aconteceu em maio do ano passado. Imagens de uma câmera de segurança flagraram o momento em que o criminoso atira contra Jorge Mauro Ruas de Paiva, de 51 anos.
De acordo com as investigações, o atirador e a vítima haviam tido um desentendimento cerca de dois meses antes do crime.
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Procurada pela reportagem, a defesa do policial militar afirmou que ele agiu em legítima defesa, já que ele e parentes estavam sendo ameaçados por Jorge. A defesa disse ainda que vai recorrer da decisão.
