Polícia do Rio identifica homem que baleou arqueóloga no Leblon
A Polícia Civil do Rio de Janeiro identificou o homem suspeito de atirar contra uma arqueóloga durante um assalto na Zona Sul da capital fluminense. O crime

Arqueóloga é baleada durante assalto no RJ
Reprodução/Band
A Polícia Civil do Rio de Janeiro identificou o homem suspeito de atirar contra uma arqueóloga durante um assalto na Zona Sul da capital fluminense. O crime aconteceu após a vítima realizar um saque em uma agência bancária.
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Imagens da abordagem mostram a ação violenta do criminoso, que se aproxima por trás e tenta puxar a bolsa da mulher, fazendo com que ela caia no chão. A vítima é a arqueóloga Tânia Andrade de Lima, de 81 anos. Ela segurou seus pertences e acabou sendo arrastada pelo assaltante, que efetuou três disparos antes de fugir na garupa da motocicleta de um comparsa que o aguardava ao lado.
Tânia foi atingida no pescoço e no ombro. Ela permanece internada, mas seu quadro de saúde é considerado fora de perigo.
O risco da rotina na região foi comentado por Eduardo Guaranis, instrutor de Karatê e morador do bairro.
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"A minha mãe mora aqui desde 1958. Ela faz esse trajeto, justamente, que a dona Tânia fez, para pegar dinheiro na agência de banco, vir caminhando, sozinha, vulnerabilíssima. E eu sempre avisando para ela, olha, isso pode acontecer com você, mãe"
Rota de fuga e tiroteio no Túnel Rebouças
Após o assalto no bairro do Leblon, os suspeitos fugiram em direção ao Túnel Rebouças, via que faz a ligação entre as Zonas Sul e Norte do Rio de Janeiro. Durante o percurso no interior do túnel, os criminosos abandonaram a motocicleta utilizada no crime, renderam outro condutor e roubaram um segundo veículo para dar prosseguimento à fuga.
Quadrilha especializada e investigação
Embora o autor dos disparos já tenha sido identificado pelos investigadores, a Polícia Civil ainda não revelou publicamente o seu nome.
De acordo com as investigações, outros dois suspeitos teriam participado diretamente da ação criminosa. A polícia apurou que um dos integrantes do grupo já vinha monitorando os passos da idosa desde a sua saída do banco. A corporação aponta que a quadrilha é especializada no golpe conhecido como "saidinha de banco" e investiga o envolvimento do bando em outros episódios semelhantes na cidade.
