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Rio de Janeiro

Polícia investiga se morte de miliciano tem relação com disputa de territórios

Sérgio Rodrigues da Costa Silva, de 44 anos, apontado como o chefe da milícia de Sepetiba, foi assassinado por volta das nove horas da noite em um quiosque

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22/01/2024 14:59 • Atualizado há 924 dias

Polícia investiga se morte de miliciano tem relação com disputa de territórios

A Delegacia de Homicídios da Capital investiga se a execução do miliciano Sérgio Bomba está relacionada com a disputa pelo comando dos territórios na Zona Oeste do Rio. Sérgio Rodrigues da Costa Silva, de 44 anos, apontado como o chefe da milícia de Sepetiba, foi assassinado no último domingo (21), por volta das nove horas da noite, em um quiosque próximo ao posto 11 no Recreio dos Bandeirantes, na mesma região.

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Sérgio Bomba estava sentado no local conversando com a namorada quando um homem se aproximou e atirou contra ele. O miliciano morreu na hora e o atirador conseguiu fugir. Segundo relatos, foram cerca de cinco disparos.

Comerciantes e frequentadores da região dizem que a execução aconteceu em um horário de bastante movimento no local. Um homem que prefere não se identificar relata o receio de alguém inocente acabar sendo atingido.

A Polícia Civil investiga o caso. Imagens de câmeras de segurança já estão sendo analisadas. Em depoimento à polícia, a namorada de Sérgio Bomba afirmou que ultimamente ele vinha recebendo ameaças pela internet e que, na semana passada, o miliciano teria, inclusive, ido para a casa da mãe dele para não ser encontrado.

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O casal estava prestes a buscar outra residência para morar, mas resolveu passar o fim de semana no Recreio dos Bandeirantes para comemorar o aniversário da mulher.

Sérgio Bomba chegou a ser preso em 2017 durante uma operação da Polícia Civil, mas estava solto desde 2022. Uma das linhas de investigação é de que o miliciano tenha sido morto por causa da disputa pelo comando da milícia. Uma guerra pelo poder desde que o chefe da maior milícia do Rio de Janeiro, Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, se entregou à Polícia Federal em dezembro.

No último sábado, uma câmera de segurança registrou um confronto entre milicianos na região de Sepetiba, a mesma dominada pela milícia de Sérgio Bomba. Não houve relatos de feridos.

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