Antes de morrer, Larissa reclamou de PM em áudio para cunhada; ouça
Policial militar investigado pela morte da esposa teve prisão preventiva mantida pela Justiça

A Justiça manteve a prisão preventiva de um policial militar investigado pela morte de sua esposa, Larissa. O caso, apurado rigorosamente pelas autoridades, ganhou novos desdobramentos após a revelação de áudios enviados pela vítima à cunhada antes de sua morte.
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Áudios revelam conflitos e reclamações sobre o marido
Nas gravações obtidas pela reportagem, Larissa desabafa com a irmã de seu cônjuge sobre o comportamento do parceiro. Nos registros, ela relata cobranças diárias e reclama que o marido a rotulava como "mimada", além de acusá-la de ingratidão.
Segundo o relato da vítima nos áudios, o companheiro exigia que ela assumisse obrigações matinais, como acordar cedo e levar o filho para a escola. Larissa também expressava frustração por prestar assistência quando o marido sentia dores, enquanto afirmava não receber o mesmo cuidado ou atenção quando passava por situações semelhantes.
Divergências nos depoimentos e próximos passos
O conteúdo dos áudios entra em contraste com as versões apresentadas por familiares e pelo próprio investigado durante os depoimentos à polícia. Enquanto parentes apontam um cenário de desgaste e uso de medicamentos por parte da vítima devido ao estresse no relacionamento, o policial militar alegou que estava dormindo no momento do disparo e que soube do ocorrido ao questionar uma criança da família.
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As autoridades continuam coletando provas, analisando depoimentos e realizando diligências para esclarecer todas as circunstâncias que envolvem o homicídio. A reconstituição dos fatos é considerada essencial para confrontar as versões e definir as responsabilidades penais.
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