Casal é preso em operação contra fraudes em compras por comércio eletrônico
Um casal foi preso em flagrante pelo crime de associação criminosa, nesta terça-feira (06/10), em Itapetininga (SP), durante a Operação Interposto.

Operação foi nesta terça-feira
Divulgação
Um casal foi preso em flagrante pelo crime de associação criminosa, nesta terça-feira (06/10), em Itapetininga (SP), por policiais civis da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), durante a Operação Interposto. As investigações são referentes a um esquema criminoso envolvendo a aquisição fraudulenta de mercadorias por meio de plataformas de comércio eletrônico e posterior comercialização.
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Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados aos suspeitos. Os policiais localizaram variadas mercadorias, como ferramentas, eletrodomésticos e eletrônicos que estavam armazenados para comercialização.
De acordo com as investigações, o esquema envolvia a obtenção de dados bancários de vítimas, que seriam utilizados para realização de compras em plataformas de comércio eletrônico. "Terceiros" eram escolhidos para efetuar as aquisições utilizando as próprias contas nas plataformas e recebiam valores pela participação. Após a entrega, as mercadorias eram retiradas e posteriormente revendidas pela internet.
Foram apreendidos ainda aparelhos celulares. A análise preliminar revelou a existência de grupos em aplicativos de comunicação, utilizados para anúncio e comercialização de mercadorias.
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Um dos suspeitos, segundo a polícia, admitiu a prática das fraudes e descreveu aos policiais a dinâmica utilizada para obtenção dos dados bancários, realização das compras por intermédio de terceiros e posterior revenda das mercadorias. Segundo declarou, contam os policiais, fornecedores dos dados recebiam remuneração, assim como as pessoas que efetuavam as compras. O suspeito teria afirmado, ainda, "que atualmente vive dessa atividade".
As investigações apontam, ainda, para a participação de, ao menos, uma terceira pessoa, ainda não identificada, responsável pelo fornecimento remunerado de dados bancários utilizados nas operações fraudulentas.
Foi representada pela conversão das prisões em flagrante em prisões preventivas.
