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Médico morre após troca de tiros com a Polícia Militar em Catanduva

O médico Luciano Lopes Pastor, de 52 anos, morreu após uma troca de tiros com a Polícia Militar na tarde deste domingo (18), em Catanduva (SP). A ocorrência

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19/10/2026 13:59 • Atualizado há 7 horas

Médico morre após troca de tiros com a Polícia Militar em Catanduva

Kátia Müller -Jornalista

O médico Luciano Lopes Pastor, de 52 anos, morreu após uma troca de tiros com a Polícia Militar na tarde deste domingo (18), em Catanduva (SP). A ocorrência começou após a corporação ser acionada para atender a uma denúncia de violência doméstica no Jardim Aeroporto.

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De acordo com a Polícia Militar, a mulher informou que o homem estava emocionalmente alterado, permanecia na residência com familiares e possuía diversas armas de fogo.

Ao chegarem ao endereço, os policiais adotaram medidas de segurança, isolaram a área e solicitaram apoio de equipes táticas. Do portão da residência, os agentes visualizaram o homem armado e iniciaram uma negociação para tentar controlar a situação.

Ainda conforme a corporação, o suspeito ameaçou atirar contra os policiais. Apesar de vários minutos de negociação, ele teria apontado a arma na direção dos agentes e efetuado disparos. Os policiais reagiram para conter a ameaça e atingiram o homem.

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Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas, mas o homem não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Dois adolescentes que estavam dentro do imóvel, escondidos no banheiro de um dos quartos, foram encontrados sem ferimentos e entregues a uma tia que compareceu ao endereço.

Durante a vistoria na residência, os policiais localizaram outras armas de fogo e munições armazenadas em um cofre que estava aberto, próximo ao local do confronto.

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Objeto semelhante a granada foi analisado pelo GATE

Durante a ocorrência, também foi identificado um objeto semelhante a uma granada de mão. Diante da situação, o Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) foi acionado para avaliar o material e realizar os procedimentos de segurança.

Segundo a nota da corporação, os especialistas utilizaram um equipamento de raio X para analisar o objeto. As imagens não indicaram a presença de material explosivo.

Após a avaliação, o explosivista policial concluiu que se tratava de um simulacro ou souvenir de granada de mão do tipo Stick Hand, de origem alemã.

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A ocorrência foi apresentada à autoridade de polícia judiciária, que deverá adotar as providências legais e administrativas cabíveis.