Medida publicada pelo Governo Federal afeta o futebol campineiro
O Governo Federal editou, nesta sexta-feira (25), uma Medida Provisória que proíbe a exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas de quota fixa

O Governo Federal editou, nesta sexta-feira (25), uma Medida Provisória que proíbe a exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas de quota fixa no Brasil. A decisão provoca uma mudança brusca em um mercado que ganhou forte espaço no futebol brasileiro e já participou diretamente dos clubes de Campinas.
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Guarani e Ponte Preta já foram ligados a esse cenário, tendo mantido acordos comerciais com casas de apostas em diferentes períodos para compor suas receitas.
Histórico do Bugre
Desde 2022, o Guarani firmou parcerias com seis marcas do setor. A Esportes da Sorte assumiu o patrocínio máster do Bugre em 2023, substituindo a Pixbet. Em 2024, a Bitx.bet ocupou o espaço principal da camisa.
Já em 2025, o clube informou que a Dalfabet decidiu não estampar a marca no uniforme por pendências no processo de regularização junto ao Governo Federal, embora o contrato estivesse vigente até o fim do estadual. Em 2026, a Bigbet assumiu o posto durante o Campeonato Paulista.
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Histórico da Macaca
Do lado alvinegro, a Betsul foi uma das primeiras empresas do segmento a ser parceira da Ponte Preta, em 2020. Depois, a Macaca teve acordos com Pixbet, EstrelaBet e GingaBet.
A GingaBet assumiu o patrocínio máster em fevereiro de 2025, com contrato de um ano, mantendo a arrecadação em patamar próximo ao do acordo anterior com a EstrelaBet, estimado em cerca de R$ 3,2 milhões anuais.
O que vai acontecer?
A partir de 6 de outubro, porém, as casas de apostas autorizadas deverão deixar de operar no país. O governo também determinou o fim de toda a publicidade do setor e fixou o prazo até 5 de outubro para que marcas e patrocínios já contratados sejam totalmente retirados.
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Estagiário sob supervisão*
