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São Paulo
Bora Brasil

MPF se manifesta a favor da prisão de PM que matou estudante de medicina

o STJ deverá analisar o caso e decidir se acata o pedido e recomenda a prisão preventiva do policial

1 min

15/10/2026 09:54 • Atualizado há 9 dias

O Ministério Público Federal (MPF) manifestou-se favoravelmente à decretação da prisão preventiva do policial militar Guilherme Augusto Macedo. O agente é réu pelo homicídio do estudante de medicina Marco Aurélio Cadenas, de 22 anos, morto após uma abordagem em São Paulo.

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O caso teve início a partir de uma discussão motivada por um tapa dado pelo estudante no retrovisor da viatura em que o policial estava. Após o ato, Marco Aurélio foi perseguido pelo policial militar até o hall de um hotel.

Imagens e relatos apontam que, no local, outro agente que acompanhava Guilherme desferiu um chute contra o estudante, fazendo-o cair no chão. Nesse momento, o policial Guilherme Augusto Macedo efetuou um disparo à queima-roupa contra Marco Aurélio, que não resistiu aos ferimentos e veio a falecer.

Próximos passos na Justiça

Com a manifestação do MPF, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) deverá analisar o caso e decidir se acata o pedido e recomenda a prisão preventiva do policial militar.

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Paralelamente, a Justiça de São Paulo já havia decidido que os policiais envolvidos na ação devem ser submetidos a julgamento por júri popular. Até o momento, no entanto, a data oficial para a realização do Tribunal do Júri ainda não foi definida.

O caso segue sob acompanhamento das autoridades e cobertura jornalística.

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