'Penélope do PCC' é condenada a mais de quatro anos de prisão
Penélope foi presa em junho do ano passado, em São Paulo, por policiais da Rota

Luma Valéria Rovagnello, apontada pela polícia como uma das mulheres mais importantes na estrutura do Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo, foi condenada pela Justiça a quatro anos e seis meses de prisão por associação a organização criminosa. Conhecida como Penélope ou Bela do PCC, ela não terá o direito de recorrer em liberdade.
Continua depois da publicidade
Penélope foi presa em junho do ano passado, em São Paulo, por policiais da Rota. Na época, ela já era considerada foragida da Justiça, mas continuava atuando ativamente em atividades ligadas à facção criminosa.
De acordo com as investigações policiais, Luma exercia uma função estratégica dentro do grupo. Ela atuava como líder da ala feminina do Primeiro Comando da Capital e era a principal responsável pelo recrutamento de mulheres para a organização em todo o estado de São Paulo.
Uso de documentos falsos e procedimentos estéticos
A trajetória de Penélope com a Justiça teve início antes dessa captura, em um processo decorrente da Operação Kleptos. Durante o período em que permaneceu foragida, a investigada adotou estratégias para dificultar a própria identificação.
Continua depois da publicidade
Segundo o apurado pelas autoridades, Luma utilizava documentos falsos e chegou a se submeter a procedimentos estéticos para mudar a aparência física. Com a nova condenação e a pena fixada em quatro anos e seis meses de reclusão, ela segue presa.
