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São Paulo
Jornal da Band

Polícia descarta serial killer após série de mortes em São Paulo

Autoridades investigam mais de 15 corpos encontrados em pouco mais de um mês na capital

2 min

22/10/2026 22:20 • Atualizado há 1 dia

A Polícia Civil de São Paulo descartou a atuação de um serial killer na capital e na região metropolitana após apurar casos de homicídios registrados ao longo de pouco mais de um mês. De acordo com a corporação, foram encontrados 16 corpos com sinais evidentes de violência, em sua maioria vítimas esquarteladas, desde o último dia 10 de setembro.

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As investigações seguem de forma separada para cada ocorrência. No início da manhã desta quinta-feira (22), a polícia registrou a localização de novos corpos. Inicialmente, a estimativa era de 19 mortos, mas três casos foram descartados por não se tratarem de homicídios com as mesmas características.

Investigação e prisões em andamento

A linha de apuração policial aponta conexões com disputas internas em tribunais do crime controlados por facções criminosas, onde sentenças de morte resultam no desova de corpos na capital e na Grande São Paulo.

Até o momento, dois criminosos tiveram as prisões preventivas decretadas pela Justiça. A polícia informou também que outros seis mandantes dos assassinatos já foram identificados pelas equipes de investigação.

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Tribunal do crime

A Polícia Civil de São Paulo apura a possível ligação do crime organizado e de práticas do chamado "tribunal do crime" nas execuções que resultaram no achado de corpos na capital e na Região Metropolitana.

A investigação, conduzida pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) sob a coordenação de autoridades como a delegada Ivalda Aleixo e o delegado Osvaldo Nico Gonçalves, busca esclarecer as motivações das mortes após o número de registros na região gerar forte repercussão e especulações públicas.

Questionada se a exposição dos corpos em vias públicas poderia ser um recado de facções criminosas, a polícia destacou que as apurações avançam com análises periciais e oitiva de suspeitos, embora pontue que a maioria dos casos apresenta contextos e origens distintas.

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"Eu não tenho como afirmar, porque a gente precisa saber se tem conexões. É um grupo? É o mesmo grupo? Tudo indica que não. Nós temos em várias regiões e há várias motivações", afirmou a delegada Ivalda Aleixo ao detalhar o andamento das diligências.