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Polícia prende sete por furtos de casas em Jundiaí, Americana e São Paulo

Quadrilha estudava os imóveis, selecionava as residências e planejava a entrada nos locais; Quatro estão foragidos

2 min

08/10/2026 11:38 • Atualizado há 16 dias

A Polícia Civil deflagrou a "Operação Chave Mestra" e prendeu, nesta quinta-feira (8), sete suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em furtos de casas em São Paulo (SP), Americana (SP) e Jundiaí (SP).

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Mandados

A ação é resultado de uma investigação do 42º Distrito Policial que identificou 11 integrantes do grupo criminoso. Ao todo, foram expedidos mandados de prisão e 27 de busca e apreensão.

Como funcionava o crime?

Segundo o delegado titular Alexandre Bento, a quadrilha estudava os imóveis antes de agir, selecionava as residências e planejava a entrada nos locais para furtar objetos de valor. Os integrantes se dividiam em grupos, que atuavam de forma coordenada.

“Identificamos 11 participantes. Nem sempre todos atuavam em uma mesma ocorrência. Eles se dividiam, mas certamente conversavam entre si para organizar a dinâmica do crime”, explicou o delegado.

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Até o momento, os investigadores identificaram a participação da quadrilha em pelo menos sete furtos:

  • 5 na capital paulista;
  • 1 em Americana;
  • 1 em Jundiaí.

As prisões ocorreram na Zona Leste da capital, onde também foi cumprida a maior parte dos mandados de busca e apreensão. Outros dois endereços foram alvo da operação em municípios da Grande São Paulo.

Apreensões

Durante a operação, os policiais apreenderam celulares, documentos, joias e outros objetos que podem ter sido levados das residências das vítimas.

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Foco da investigação

Um dos focos da investigação é uma empresa de compra e venda de ouro, suspeita de receber os objetos furtados e financiar as ações criminosas. A Polícia Civil apura a participação do estabelecimento no esquema.

Os presos permanecem à disposição da Justiça. Os outros quatro investigados com mandados de prisão em aberto são considerados foragidos.

As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e verificar a participação do grupo em novos crimes.