Polícia prende sete suspeitos por furto de gado em duas operações
Ações investigam o desaparecimento de 114 animais, avaliados em cerca de R$ 340 mil

Polícia Civil
A Polícia Civil realizou, nesta quarta-feira (4), duas operações para combater furtos de gado no interior de São Paulo e em Goiás. Somadas, as investigações envolvem o desaparecimento de 114 cabeças de gado, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 340 mil. Ao todo, sete pessoas foram presas nas ações.
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Uma das operações, denominada Curral do Crime, foi conduzida pela Delegacia de Polícia de Paulo de Faria e apura o furto de 74 cabeças de gado na região. Na época dos fatos, os animais foram avaliados em cerca de R$ 200 mil.
Durante a operação, foram cumpridos cinco mandados de prisão temporária e 11 mandados de busca e apreensão. A ação mobilizou equipes de Paulo de Faria, da Delegacia Seccional de São José do Rio Preto e de outras unidades policiais da região.
Nas buscas, os policiais apreenderam nove celulares e três armas de fogo. Dois dos investigados também foram presos em flagrante por posse ilegal de arma. Os cinco detidos foram encaminhados à carceragem da Delegacia Seccional de São José do Rio Preto.
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Já a Operação Contramarca foi realizada em conjunto pelas Polícias Civis de São Paulo e Goiás. A investigação apura o furto de 40 novilhas da raça Nelore, avaliadas em aproximadamente R$ 140 mil, em uma propriedade rural de Cachoeira Alta (GO).
O crime aconteceu entre a noite de 21 e a madrugada de 22 de setembro. Segundo a investigação, os animais foram colocados em um caminhão boiadeiro e transportados até um confinamento no estado de São Paulo.
Nas primeiras ações, três pessoas foram presas em flagrante e todo o rebanho foi recuperado e devolvido ao proprietário. As investigações continuaram para identificar outros possíveis envolvidos.
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Nesta quarta-feira, dois investigados foram presos. Um deles, advogado, foi localizado em São José do Rio Preto, durante ação da Polícia Civil paulista com apoio de policiais de Cachoeira Alta. O outro, motorista de caminhão, foi preso em Rio Verde (GO).
De acordo com a investigação, o advogado é suspeito de financiar parte da logística do furto e de receber os animais. Ele teria realizado repasses que somaram R$ 58,6 mil a pessoas ligadas à execução do crime e articulado o uso de documentos de terceiros para dar aparência de regularidade à negociação.
O motorista é investigado por supostamente participar do reconhecimento da propriedade rural, dar apoio à ação e conduzir o caminhão utilizado no transporte do gado.
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Os presos nas duas operações permaneceram à disposição da Justiça. As investigações buscam esclarecer a participação de cada suspeito nos crimes.
