Rio baixa em Itapetininga após cheia histórica
Prefeitura mantém força-tarefa para recolher móveis e distribuir ajuda às famílias afetadas

Mutirão já retirou seis caminhões de materiais inservíveis das áreas atingidas
Divulgação
Após ultrapassar em mais de 6 metros o nível normal, o Rio Itapetininga está baixando gradativamente. Na última medição, feita no domingo (18/10), em Itapetininga (SP), o nível registrado pela régua oficial de monitoramento era de 3,50 metros.
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A prefeitura informou que a cheia histórica é reflexo do setembro mais chuvoso dos últimos 10 anos na cidade, com um acumulado de 358,1 milímetros, segundo dados do Sindicato Rural de Itapetininga.
Três áreas permanecem alagadas no bairro Alciati, ainda sem possibilidade de retorno dos moradores. No período mais crítico da cheia, 15 áreas foram atingidas, afetando aproximadamente 380 imóveis, entre residências fixas e casas de veraneio.
Ainda, estima-se que 150 pessoas tenham sido impactadas pelo transbordamento do rio, conforme informações da prefeitura. Para atender os moradores e os imóveis atingidos, foi organizada uma força-tarefa com equipes da Defesa Civil Municipal e das secretarias de Serviços Públicos, Meio Ambiente, Assistência Social, Trânsito e Segurança Pública.
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O mutirão percorre as ruas dos bairros atingidos para recolher móveis e outros itens perdidos durante a inundação. A orientação é que os moradores coloquem os materiais em frente às casas, para que as equipes municipais façam o recolhimento e o descarte adequado. Até o momento, seis caminhões de materiais inservíveis foram retirados.
Para auxiliar na recuperação, a Defesa Civil Municipal informou que distribuiu 112 kits de ajuda humanitária fornecidos pelo Governo do Estado. O órgão segue monitorando as áreas afetadas e orientou que, em caso de emergência, os moradores devem acionar o telefone 199.
