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Rota troca tiros e e mata suspeito de envolvimento em ataque contra tenente em SP

As equipes policiais chegaram ao local após receberem denúncias de que um homem com mandado de prisão estaria escondido

2 min

30/10/2026 18:10 • Atualizado há 1 hora

Rota troca tiros e e mata suspeito de envolvimento em ataque contra tenente em SP

Rota troca tiros e e mata suspeito de envolvimento em ataque contra tenente em SP

Reprodução/Band

Policiais da Rota mataram um homem apontado como integrante do grupo que tentou assassinar o tenente Ronickson Pimentel dos Santos. A ação ocorreu na manhã desta sexta-feira (30), em uma casa localizada na zona leste de São Paulo.

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As equipes policiais chegaram ao local após receberem denúncias de que um homem com mandado de prisão expedido estaria escondido no imóvel. Assim que as viaturas se aproximaram, os policiais foram recebidos a tiros.

Dentro da residência estava Jeovane Junior da Silva, conhecido como Juninho. O suspeito reagiu à abordagem armada com uma pistola, foi atingido durante o confronto, socorrido e levado para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Investigação e histórico do crime

Jeovane era procurado por crimes de organização criminosa e homicídio. Segundo as investigações da polícia, ele atuou na cobertura e na fuga dos atiradores que atacaram o tenente Pimentel em junho deste ano, em São Caetano do Sul. O atirador principal continua foragido.

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Com esta morte, já são sete os suspeitos mortos em confronto com a polícia por envolvimento na tentativa de homicídio contra o oficial. Outras quatro pessoas foram presas. O ataque ocorreu em um sábado, quando o policial militar saía de uma academia de ginástica e parou com sua moto em um semáforo vermelho. O oficial foi atingido na nuca por um disparo efetuado por criminosos que se aproximaram em outra motocicleta.

Pimentel foi socorrido na ocasião e permanece internado, submetendo-se a cirurgias e a um longo tratamento de reabilitação para recuperar a fala e os movimentos. De acordo com os investigadores, a execução foi ordenada pelo comando do crime organizado como retaliação à atuação do tenente no combate à criminalidade na região do ABC paulista. A Polícia Civil informou que as buscas continuam até a captura do atirador foragido.