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Servidores paralisam atividades após relatos de agressões em escola

Profissionais da Emeii Etelvina de Araújo Almeida interromperam as aulas nesta terça-feira

2 min

06/10/2026 13:48 • Atualizado há 18 dias

Servidores paralisam atividades após relatos de agressões em escola

Sinserm

Servidores municipais da Escola Municipal de Ensino Infantil Integral (Emeii) Etelvina de Araújo Almeida, na Vila Garcia, em Bauru (SP), paralisaram emergencialmente as atividades nesta terça-feira (6) após relatos de episódios de violência e insegurança na unidade.

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Cartazes foram colocados no portão da escola para chamar atenção para a necessidade de reforço na segurança dos profissionais. O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Bauru e Região (Sinserm) acompanha a situação.

Segundo relatos apresentados ao sindicato, os problemas estariam relacionados ao comportamento de um aluno e a episódios envolvendo a mãe dele. Uma professora teria sofrido uma torção no braço durante uma ocorrência dentro da escola e precisado de atendimento médico.

Ainda de acordo com o Sinserm, a situação teria começado após um episódio envolvendo a diretora da unidade. O caso teria sido registrado em boletim de ocorrência e levado à Justiça. O sindicato afirma que, mesmo após a adoção de medidas judiciais, os servidores continuaram relatando sensação de insegurança no ambiente escolar.

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Os profissionais pedem que o aluno seja transferido para outra unidade de ensino próxima à residência dele. O sindicato afirma que a situação também foi comunicada à Secretaria Municipal de Educação e ao Ministério Público.

Diante da falta de uma solução considerada suficiente para restabelecer a segurança na escola, os servidores decidiram pela paralisação das atividades nesta terça-feira.

Prefeitura acompanha situação

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação informou que os pais e responsáveis pelos alunos estão sendo orientados pela equipe escolar sobre a situação e sobre o atendimento na unidade.

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Segundo a Prefeitura, a mobilização ocorreu após episódios envolvendo a mãe de um aluno, que teria agredido a diretora e também se envolvido em ocorrências com professores. A administração municipal afirma que a diretora adotou as medidas judiciais cabíveis e solicitou uma medida cautelar.

A Secretaria informou ainda que acompanha o caso e adota as providências que estão dentro das atribuições legais do município.

A Prefeitura afirmou que os órgãos competentes foram acionados para avaliar a situação e definir as medidas possíveis. O caso também teria sido comunicado à Polícia Militar, ao Ministério Público e ao sindicato.

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A administração municipal declarou que acompanha a ocorrência com prioridade para a segurança de servidores, alunos e familiares e para o restabelecimento das atividades na unidade.

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