Servidores paralisam atividades após relatos de agressões em escola
Profissionais da Emeii Etelvina de Araújo Almeida interromperam as aulas nesta terça-feira

Sinserm
Servidores municipais da Escola Municipal de Ensino Infantil Integral (Emeii) Etelvina de Araújo Almeida, na Vila Garcia, em Bauru (SP), paralisaram emergencialmente as atividades nesta terça-feira (6) após relatos de episódios de violência e insegurança na unidade.
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Cartazes foram colocados no portão da escola para chamar atenção para a necessidade de reforço na segurança dos profissionais. O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Bauru e Região (Sinserm) acompanha a situação.
Segundo relatos apresentados ao sindicato, os problemas estariam relacionados ao comportamento de um aluno e a episódios envolvendo a mãe dele. Uma professora teria sofrido uma torção no braço durante uma ocorrência dentro da escola e precisado de atendimento médico.
Ainda de acordo com o Sinserm, a situação teria começado após um episódio envolvendo a diretora da unidade. O caso teria sido registrado em boletim de ocorrência e levado à Justiça. O sindicato afirma que, mesmo após a adoção de medidas judiciais, os servidores continuaram relatando sensação de insegurança no ambiente escolar.
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Os profissionais pedem que o aluno seja transferido para outra unidade de ensino próxima à residência dele. O sindicato afirma que a situação também foi comunicada à Secretaria Municipal de Educação e ao Ministério Público.
Diante da falta de uma solução considerada suficiente para restabelecer a segurança na escola, os servidores decidiram pela paralisação das atividades nesta terça-feira.
Prefeitura acompanha situação
Em nota, a Secretaria Municipal de Educação informou que os pais e responsáveis pelos alunos estão sendo orientados pela equipe escolar sobre a situação e sobre o atendimento na unidade.
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Segundo a Prefeitura, a mobilização ocorreu após episódios envolvendo a mãe de um aluno, que teria agredido a diretora e também se envolvido em ocorrências com professores. A administração municipal afirma que a diretora adotou as medidas judiciais cabíveis e solicitou uma medida cautelar.
A Secretaria informou ainda que acompanha o caso e adota as providências que estão dentro das atribuições legais do município.
A Prefeitura afirmou que os órgãos competentes foram acionados para avaliar a situação e definir as medidas possíveis. O caso também teria sido comunicado à Polícia Militar, ao Ministério Público e ao sindicato.
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A administração municipal declarou que acompanha a ocorrência com prioridade para a segurança de servidores, alunos e familiares e para o restabelecimento das atividades na unidade.
