Greve pela Campanha Salarial na GV do Brasil se encerra após assembleia
Categoria reinvidicou aumento real de salário e reajuste no vale-alimentação.

Greve pela Campanha Salarial na GV do Brasil se encerra após assembleia
Os trabalhadores da fábrica GV do Brasil, em Pindamonhangaba, aprovaram em assembleia nesta quarta-feira (21), a proposta que encerrou a greve pela Campanha Salarial.
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Ela tem aumento real de salário, reajuste no vale-alimentação e vai injetar mais de R$ 6 milhões na economia esta semana.
Os trabalhadores haviam entrado em greve nessa terça-feira, dia 20. Ela durou 24 horas e teve várias rodadas de negociação. A proposta final, negociada pelo Sindicato dos Metalúrgicos, tem o reajuste de 4,7%, que contempla aumento real de salário, também o reajuste de 33% no vale-alimentação, que subiu para R$ 200, a PLR (Participação nos Lucros e Resultados) no valor de R$ 5 mil, que será paga nesta quinta-feira, um abono de R$ 1.000 na sexta-feira, mais a antecipação dos pagamentos de vale-alimentação até o final do ano. Ao total, cada trabalhador receberá essa semana R$ 6.650, o que irá injetar cerca de R$ 6,6 milhões na economia.
A proposta tem ainda o retorno da cesta de Natal, que havia sido retirada ano passado, um crédito extra de R$ 500 em janeiro e o dia parado na greve não será descontado dos trabalhadores.
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A greve
Os trabalhadores da fábrica GV do Brasil, em Pindamonhangaba, entraram em greve nesta terça-feira (20) pela Campanha Salarial. A fábrica do ramo do aço faz parte do grupo mexicano Simec e emprega hoje cerca de mil trabalhadores na cidade.
De acordo com o presidente do sindicato, André Oliveira, os trabalhadores reprovaram a proposta da empresa, sem aumento real de salário e sem reajuste na PLR (Participação nos Lucros e Resultados).
Importante dizer que nós buscamos diversas reuniões com a empresa, tentando evoluir nas propostas, mas a proposta não tinha aumento real do salário nem reajuste no PLR. A GV duplicou as suas produções, fez uma nova planta, as produções continuam saudáveis. Infelizmente, não conseguimos avançar. É só assim (em greve) que o trabalhador consegue exercer seu direito e buscar suas conquistas, relata André Oliveira.
