Homem é preso com pistola furtada em Taubaté
Suspeito comprou armamento por R$ 10 mil no Facebook e ocultou a pistola na própria residência

Homem é preso com pistola furtada em Taubaté
Polícia Civil
Um homem foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e receptação nesta quarta-feira (28), no bairro São Gonçalo, em Taubaté. A prisão ocorreu após a Polícia Militar localizar uma pistola 9mm de origem ilícita escondida em sua residência.
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De acordo com o boletim de ocorrência, policiais realizavam patrulhamento de rotina quando receberam denúncias anônimas apontando que o suspeito estaria com o armamento utilizado em uma ocorrência anterior de disparos de arma de fogo no mesmo bairro.
Ao ser abordado em sua casa, o homem alegou inicialmente que o objeto estaria guardado na residência de seu pai. As equipes se deslocaram ao endereço informado, mas nada de ilícito foi encontrado. Diante das contradições, o investigado confessou ter mentido e admitiu ter escondido a arma em seu próprio imóvel.
Apreensão de pistola 9mm, munições e confissão
Ao retornarem à residência do suspeito, os policiais encontraram uma pistola Taurus TS9, calibre 9mm (de uso restrito), acondicionada em um coldre e devidamente municiada. Além da arma, as equipes apreenderam:
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- 33 munições intactas do mesmo calibre;
- 2 carregadores;
- 1 maleta de transporte Taurus e kit de manutenção.
Em depoimento prestado à Polícia Civil, o detido confessou a posse do armamento e relatou ter pago R$ 10.000,00 pela compra no Facebook, alegando que pretendia utilizar a arma para a defesa de sua casa.
Origem criminosa e representação por prisão preventiva
Durante a pesquisa nos sistemas policiais, a autoridade policial constatou que a pistola apreendida era produto de furto registrado anteriormente em 2024. Diante dos fatos, o delegado titular ratificou o auto de prisão em flagrante pelos crimes de porte de arma de uso restrito e receptação.
Por se tratar de delito com pena máxima superior a quatro anos e sem possibilidade de fiança na esfera policial, o investigado permaneceu custodiado. A Polícia Civil representou à Justiça pela conversão do flagrante em prisão preventiva, destacando que o homem já cumpria medidas cautelares diversas e voltou a se envolver em práticas delitivas, sendo a custódia necessária para resguardar a ordem pública.
