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Jovem morto a tiros por bombeiro após briga de trânsito é sepultado

Vítima morreu na manhã desta quarta-feira (30), após ser baleado na Avenida do Povo.

2 min

01/10/2026 08:12 • Atualizado há 23 dias

Jovem morto a tiros por bombeiro após   briga de trânsito é sepultado

O jovem Bruno Hashimura, de 23 anos, morto a tiros após uma briga de trânsito em Taubaté, será velado nesta quinta-feira (1º), em Jacareí.

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A cerimônia de despedida será realizada das 10h às 14h, no Cemitério Memorial do Vale, onde também ocorrerá o sepultamento.

Bruno era aluno do curso de Medicina da Universidade de Taubaté (UNITAU). Ele morreu na manhã desta quarta-feira (30), após ser baleado na Avenida do Povo.

Segundo informações apuradas, o autor dos disparos é um policial militar de 28 anos. O caso é investigado pelas autoridades.

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Nota de Pesar

A Universidade de Taubaté (UNITAU) manifestou profundo pesar pela morte precoce de Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, estudante do 4º semestre do curso de Medicina no campus de Taubaté. Neste momento de dor, a Universidade se solidariza com os familiares, amigos, colegas e professores de Bruno e manifesta seu repúdio a toda e qualquer forma de violência.

Em nota, a UNITU informou ainda que as aulas e provas previstas para está quarta-feira (30) estão canceladas, e que as avaliações serão reagendadas pelos professores, que comunicarão previamente às respectivas turmas as novas datas.

As aulas permanecerão suspensas nesta quinta-feira (1º), para que os estudantes possam acompanhar o velório e o sepultamento de Bruno.

Defesa do Policial Militar

Em entrevista ao TV Band Vale, o advogado do autor dos disparos, um bombeiro militar de 28 anos, relatou que seu cliente estava levando o filho e a esposa para um hospital em Taubaté quando percebeu a aproximação do veículo da vítima.

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A esposa viajava no banco traseiro ao lado da criança. Ao sair de um túnel, um veículo emparelhou e o condutor passou a gritar "para, para" com os vidros fechados, ostentando um objeto que a esposa imaginou ser uma arma de fogo.

O policial suspeitou de uma tentativa de assalto, desceu do carro, identificou-se como policial militar e deu ordem de desembarque ao condutor. O condutor recusou-se a sair do veículo.

Quando ele se aproximou, o vidro do carro estilhaçou sobre o policial e o condutor se projetou em sua direção para atacá-lo. Diante do risco iminente à sua vida e à de seus familiares, ele efetuou disparos de arma de fogo.

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O advogado de defesa, Dr. Cláudio, afirmou que o policial não conhecia a vítima. A defesa ressaltou ainda que o objeto ostentado pelo condutor era uma arma branca (faca) de alto potencial lesivo e que aguarda o reconhecimento formal da tese de legítima defesa.

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