Justiça decreta prisão preventiva de bombeiro acusado de matar estudante
Decisãoda Justiça de São Paulo atende a recurso do MP contra a liberdade provisória concedida ao acusada

Arquivo Pessoal
A Justiça decretou a prisão preventiva do bombeiro militar acusado de matar a tiros o estudante de Medicina, Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, durante uma discussão de trânsito em Taubaté.
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A decisão foi tomada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) após recurso do Ministério Público contra a liberdade provisória concedida ao bombeiro em audiência de custódia.
O crime aconteceu no dia 30 de setembro, na Avenida Professor Walter Thaumaturgo, conhecida como Avenida do Povo. Segundo a investigação, os dois se envolveram em uma discussão de trânsito. O bombeiro teria saído do próprio veículo e efetuado disparos contra Bruno.
O estudante foi atingido e levado para atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos.
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O bombeiro foi preso em flagrante, mas recebeu liberdade provisória no dia seguinte, com medidas cautelares, incluindo a suspensão do porte de arma. O Ministério Público recorreu e pediu a prisão preventiva.
Na decisão, a Justiça considerou necessária a prisão para garantir a ordem pública e o andamento do processo.
A Polícia Civil concluiu o inquérito e indiciou o bombeiro por homicídio qualificado. A investigação também apontou que não foi encontrada arma de fogo com Bruno ou dentro do veículo dele.
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Por causa das restrições previstas na legislação eleitoral, o mandado de prisão não pode ser cumprido imediatamente.
A prisão poderá ser realizada a partir de terça-feira (6).
