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'Próximo pagamento do INSS já poderá ter ressarcimento', diz Alckmin

Vice-presidente voltou a dizer que o problema começou na gestão de Jair Bolsonaro

ESTADÃO CONTEÚDO

11/05/2025 • 11:35 • Atualizado em 11/05/2025 • 11:39

Geraldo Alckmin, vice-presidente

Geraldo Alckmin, vice-presidente

Júlio César Silva/MDIC

Os pensionistas do INSS que tiveram descontos indevidos devem começar a ser ressarcidos já a partir do próximo pagamento, quando serão devolvidos R$ 298 milhões, disse o vice-presidente Geraldo Alckmin neste domingo.

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Segundo ele, a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu o bloqueio de R$ 2,5 bilhões em dinheiro e bens de entidades e empresas para ressarcir aposentados e pensionistas que não autorizaram qualquer desconto, mas foram lesados.

Além disso, o vice-presidente voltou a dizer que o problema começou na gestão anterior e que o atual governo tem atuado para devolver os valores descontados indevidamente e punir os envolvidos na fraude.

"É importante dizer que esse problema não começou agora, infelizmente começou lá atrás, mas vai terminar agora", afirmou durante visita à 5ª Feira Nacional da Reforma Agrária, promovida pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra no Parque da Água Branca, em São Paulo.

Alckmin comentou ainda que a Caixa Econômica Federal avalia meios de atender presencialmente aposentados e pensionistas que não têm acesso aos canais digitais ou não sabe como usá-los.

O vice-presidente também disse que parte das pessoas que foram lesadas já receberam comunicação, mas que é possível informar ao INSS, por meio de aplicativo, se concordou ou não com os descontos.