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Caso Genivaldo: ex-PRFs vão a júri popular por morte de homem asfixiado em viatura

Genivaldo de Jesus Santos foi morto durante abordagem da Polícia Rodoviária Federal em maio de 2022, em Umbaúba (SE); júri começa nesta terça-feira

da redação
DA REDAÇÃO

26/11/2024 • 10:58 • Atualizado em 26/11/2024 • 10:58

Os ex-policiais rodoviários federais William de Barros Noia, Kléber Nascimento Freitas e Paulo Rodolpho Lima Nascimento, acusados de matar Genivaldo de Jesus Santos durante uma abordagem no município de Umbaúba (SE), vão a júri popular nesta terça-feira (26).

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Genivaldo foi abordado por agentes da PRF em maio de 2022 em Umbaúba, enquanto pilotava uma motocicleta sem capacete. Durante a abordagem, ele foi colocado dentro de uma viatura. Os policiais utilizaram spray de pimenta e gás lacrimogêneo com o homem já dentro do carro, o que resultou em morte por asfixia.

O julgamento será realizado no Fórum da Justiça Federal, em Aracaju. Eles estão presos no presídio militar em Aracaju desde o dia 14 de outubro de 2022. Os três são acusados pelos crimes de tortura e homicídio triplamente qualificado.

Por determinação do então ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, os policiais rodoviários federais foram demitidos em agosto do ano passado.

Em processo anterior, também julgado na 7ª Vara Federal de Sergipe, a mãe e o filho de Genivaldo já haviam sido indenizados pelo mesmo fato, recebendo, respectivamente, R$ 400 mil e R$ 500 mil. Somados os novos valores concedidos aos demais familiares, o total de indenizações relacionadas ao caso ultrapassa R$ 1,9 milhão.