Brasil Urgente

Golpe da falsa entrega: suspeitos de integrar quadrilha são presos em São Paulo

A quadrilha se organizava pelo Whatsapp, onde os integrantes recebiam informações das vítimas, como nome, endereço, e o falso produto a ser entregue

SANDRA REDIVO

25/02/2025 • 19:23 • Atualizado em 25/02/2025 • 19:23

Golpe da falsa entrega: suspeitos de integrar quadrilha são presos em São Paulo

Golpe da falsa entrega: suspeitos de integrar quadrilha são presos em São Paulo

Reprodução/Brasil Urgente

Suspeitos de integrar uma quadrilha que aplicava o golpe da falsa entrega foram presos na zona leste de São Paulo e em Diadema, na Grande SP. Foram seis presos que, segundo a polícia, fazem parte de uma quadrilha que engana as pessoas, com falsas entregas.

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Os produtos vão desde presentes de aniversário, até exames de laboratório. Mas na verdade, é tudo fachada já que as embalagens e envelopes estão vazios. O que os golpistas querem é que a vítima vá receber e pague a taxa de entrega, que geralmente custa quatro reais e noventa e nove centavos no cartão.

A quadrilha se organizava pelo Whatsapp, onde os integrantes recebiam informações das vítimas, como nome, endereço, e o falso produto a ser entregue. As vezes tinha até foto. As empresas mais usadas pelos golpistas são floriculturas, lojas de chocolate e laboratórios.

Os golpistas muitas vezes ligam para a vítima na data do aniversário e avisam que estão seguindo com uma entrega. Na recepção, eles precisam assinar e pagar a taxa de entrega um valor simbólico, por isso quase ninguém confere na hora de passar o cartão. O entregador dá as costas rapidamente, a vítima percebe que na caixa ou envelope não tem nada.

Já quando é laboratório de exames fica mais fácil, já que a vítima está realmente esperando. Depois de enganar as pessoas, os criminosos exibem luxo e ostentação nas redes sociais, como influenciadores.

Com os seis presos, a polícia apreendeu carros, motos, capacetes, bag de entregador, muitos celulares e máquinas de cartão. Todos estão com prisão temporária decretada, mas as investigações continuam.

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