
Jovem é morta a tiros após marcar encontro em app de relacionamento no interior de SP
Reprodução/Brasil Urgente
Foi preso o homem, de 48 anos, que confessou ter matado à tiros Karina Cristina Queiroz, de 22 anos. O crime aconteceu dentro da casa em que a mulher vivia, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.
Naquele dia, ela iria ter um encontro marcado através de um aplicativo de relacionamento. A jovem foi encontrada já sem vida pela amiga com quem dividia o imóvel com marcas de tiro no rosto. No local, os policiais encontraram vestígios de uma possível briga entre a vítima e o suspeito. Até um boné, que seria do criminoso, foi encontrado e encaminhado para a perícia.
Mas a investigação conseguiu chegar até a identidade do suspeito após uma informação da amiga de Karina. A mulher repassou para os policiais o horário em que o homem e a mulher se encontraram no dia em que o crime aconteceu. Foi ai, que os agentes encontraram imagens de câmeras de segurança da região que mostravam o carro usado pelo criminoso circulando pela rua. Inicialmente o veículo estava com placas trocadas, mas pouco depois foi visto com as placas originais.
Pelas placas, a polícia descobriu que o carro estava no nome de uma mulher. Aprofundando a investigação, identificaram o marido dela, um radialista. A polícia acredita que o armamento localizado com ele, de cano longo, tenha sido utilizado para matar Karina. Em seguida, o homem indicou para a polícia um bueiro, que foi usado por ele para descartar o celular da vítima e chaves que pertenciam a ela. Os itens foram encontrados pelos policiais.
Em depoimento, o homem afirmou que marcou um encontro com Karina através de um aplicativo de relacionamento, mas no dia teria desistido de ir. Segundo ele, neste momento, a mulher teria começado a ligar e ameaçado contar para a esposa sobre o encontro.
Inicialmente o caso foi registrado como latrocínio, que é o roubo seguido de morte, mas deve passar a ser tratado como feminicídio. O homem está preso e foi autuado em flagrante ainda pelo porte ilegal de arma de fogo. As investigações continuam sendo feitas pela delegacia de investigações gerais, de Ribeirão Preto.
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