Brasil Urgente

‘Morte é inadmissível’, diz tio de passageira de mototáxi que morreu em acidente

Larissa Barros voltava para casa quando o passageiro de um carro ao lado abriu a porta e derrubou os ocupantes do mototáxi. Um terceiro veículo que passava pelo local atropelou a jovem

MARK FIGUEREDO

26/05/2025 • 17:58 • Atualizado em 26/05/2025 • 17:58

Carlos Augusto, tio de uma jovem de 22 anos que morreu após ser atropelada depois que a porta de um carro a derrubou de um mototáxi, declarou em entrevista ao Brasil Urgente que a morte da sobrinha é “inadmissível”.

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O caso aconteceu na Avenida Tiradentes, no bairro Bom Retiro, no centro de São Paulo, na noite do último sábado (24).

Uma jovem de 22 anos morreu após ser atropelada depois que a porta de um carro a derrubou de um mototáxi no Bom Retiro, no Centro de São Paulo, na noite do último sábado (24).

“Ela foi receber um prêmio na empresa onde ela trabalhava, teve a infelicidade de pegar uma moto. Na saída, dois inconsequentes lunáticos resolveram brincar dentro de um Uber e abrir a porta do Uber, arremessando ela contra outro veículo e acarretando nessa fatalidade”, disse Carlos Augusto.

“A morte da minha sobrinha é ilógica, é inadmissível, não dá para raciocinar, não dá para refletir de tão absurdo e surreal que foi isso”

Relembre o caso

Após receber uma premiação no trabalho, como segunda melhor supervisora da empresa, Larissa Barros pegou uma moto por aplicativo para voltar para casa. Durante o percurso, ao parar no semáforo vermelho, o passageiro de um carro ao lado abriu a porta e derrubou os ocupantes do mototáxi, arremessando a jovem para longe. Em seguida, um terceiro veículo que passava pelo local atropelou Larissa.

O motorista em que o passageiro abriu a porta do veículo era de um carro por aplicativo. Ele disse que por volta das 23h, um dos jovens que estava no carro começou a dizer que iria descer do veículo, em tom de brincadeira, mas durante a parada no semáforo, ele abriu a porta que colidiu com a mototáxi.

Ao ser questionado sobre o acidente, o jovem disse que estava embriagado e desconhece os fatos que motivaram o acidente.

A jovem acabou falecendo no hospital e a polícia registrou o caso como homicídio culposo.

Em nota, o aplicativo de transporte 99 afirmou que está prestando assistência à família da vítima, com a cobertura do seguro e assistência funeral.