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PCC: traficante responsável por enviar cocaína do Brasil para Europa é preso em Campinas (SP)

Ele tinha três mandados de prisão em aberto, um deles, uma condenação a 35 anos de cadeia por lavagem de dinheiro, tráfico internacional, associação criminosa e tráfico de drogas

LUCAS MARTINS

11/08/2025 • 18:23 • Atualizado em 11/08/2025 • 18:23

PCC: traficante responsável por enviar cocaína do Brasil para Europa é preso em Campinas (SP)

PCC: traficante responsável por enviar cocaína do Brasil para Europa é preso em Campinas (SP)

Reprodução/Brasil Urgente

Um traficante responsável por enviar cocaína do Brasil para Europa foi preso no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, no Interior de São Paulo. Segundo a polícia ele era responsável por fazer a cocaína embarcar em aviões de carga e também de passageiros.

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Ele tinha três mandados de prisão em aberto, um deles, uma condenação a 35 anos de cadeia por lavagem de dinheiro, tráfico internacional, associação criminosa e tráfico de drogas. O criminoso mantinha contato direto com máfias europeias que recebem a cocaína em Portugal e Luxemburgo.

Um integrantes de uma dessas máfias também foi preso. O italiano Federico Starnone, de 46 anos é integrante da máfia Drangueta, da região da Calabria. Ele veio a América do Sul pra articular uma aliança comercial do PCC com os os equatorianos da organização Los Choneros e com os colombianos do Clã do Golfo.

O homem conhecido como Fedi foi monitorado em um prédio residencial em Cali. Ele chegou a negociar cocaína no atacado num carregamento que seria compartilhado pelo PCC e as outras duas organizações criminosas. A operação foi da polícia nacional da Colômbia, mas teve cooperação internacional.

A política de expansão do PCC já afeta diretamente países vizinhos. Integrantes da máfia das drogas brasileiras já estão presentes em quase todos os países da américa do sul, mas principalmente no Paraguai.

O governo paraguaio precisou fazer uma mega transferência de presos de uma penitenciária de cidade de leste, na fronteira com o Brasil. Integrantes do PCC, brasileiros e paraguaios foram levados para uma nova unidade, mas moderna, na cidade vizinha Minga Guazu. No total 700 detentos foram transferidos numa grande operação de segurança para evitar uma possível tentativa de resgate.

A transferência só foi divulgada depois que já tinha sido concluída. Unidades especiais da polícia nacional foram acionadas para garantir o isolamento de toda a região por onde os comboios de presos passariam.

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