A expectativa é grande e as possibilidades também de bons resultados do encontro Lula e Trump. Há um certo pessimismo com a escolha do negociador Marco Rubio, duro de roer. Mas também um certo otimismo quando, por exemplo, é citada nas análises a participação de Richard Grenell, enviado especial dos EUA para missões especiais.
Ele esteve por aqui com o vice Alckmin e falou bem do Brasil a Trump. É um linha dura, mas não tão ideológico como o secretário Marco Rubio, que já fez várias e graves críticas a governos latino-americanos, inclusive ao Brasil. Grenell é um bom solucionador de problemas, sempre voltado para as questões econômicas.
Mas, independentemente de posições e inclinações ideológicas e seja com participação maior ou menor de Grenell ou apenas com Marco Rubio, que é o secretário e tem essa missão, o que é mais do que claro é que o trabalho com o Brasil vai ser exatamente como Trump quer e o que ele quer é melhorar as relações entre os dois países.
O que não exclui também encontros bilaterais. A boa fase do governo brasileiro pode avançar mais nestes novos passos com Washington, embora seja aconselhável o otimismo moderado, como prefere o Itamaraty.
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