Era de se esperar que a Universidade de Harvard fosse procurar na Justiça a resposta para esta loucura, esta decisão aloprada do presidente mais poderoso do mundo.
E junto com a paranoia do perigo antiamericano, misturando a defesa do povo palestino com antissemitismo e vendo outras ameaças dos estudantes estrangeiros na universidade.
Lá estão 300 brasileiros, número maior de chineses e tantos outros, certamente brilhantes como é da tradição de Harvard. Isso, esse retrocesso, só podia ser bloqueado na Justiça, garantindo Harvard e seus estudantes estrangeiros.
Uma frustração saudável para Trump e seu projeto, com o amigo Netanyahu, de limpar a Faixa de Gaza, como o primeiro-ministro israelense confirmou ou revelou nesta quinta-feira, para o exótico projeto da riviera do Oriente Médio, condenado ou rejeitado por todos os países da região. Trouxe de volta essa alucinação.
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