Quatro dias depois da internação na UTI de um hospital particular, a defesa do ex-presidente Bolsonaro, como se esperava, volta a insistir na já negada prisão domiciliar.
O argumento é óbvio: é a possibilidade de que o episódio da broncopneumonia e seus efeitos, ainda com o problema renal, volte a acontecer. Não chega a ser novidade o pedido agora
O que pode ser novidade é que há mudanças no ambiente do Supremo em relação à resposta a esse pedido, entendido como questão humanitária: o noticiário tem se referido a, pelo menos, dois ministros que pressionam ou tentam convencer Alexandre de Moraes a conceder a domiciliar.
Esse número, pelos novos sinais que vêm do Supremo, já aumentou. Pressão cresce.
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