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Defesa de Augusto Heleno diz que agenda do general era suporte de memória

Outro ponto contestado pela defesa de Heleno foi o fato de ele ser citado como integrante de um gabinete de crise após um eventual golpe de Estado

Da redação
DA REDAÇÃO

03/09/2025 • 10:22 • Atualizado em 03/09/2025 • 10:22

Advogado Matheus Milanez

Advogado Matheus Milanez

Rosinei Coutinho/STF

A defesa do General Heleno questionou o o uso de uma agenda de Heleno como prova, assim como negou a infiltração de agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A PGR diz que o general fazia estudos para o arcabouço legal do golpe.

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Para o defensor, no entanto, "essa agenda era somente um suporte da memória do próprio general" e não era utilizada nas reuniões de trabalho do governo.

A acusação afirma que a agenda continha anotações propondo, por exemplo, que a Advocacia-Geral da União (AGU) fizesse um parecer que desse respaldo ao descumprimento de ordens judiciais.

Outro ponto contestado pela defesa de Heleno foi o fato de ele ser citado como integrante de um gabinete de crise após um eventual golpe de Estado não significa que ele tenha participado da elaboração dessa proposta.

"Por que a Polícia Federal não trouxe conversas de que o general Heleno estaria junto na trama golpista? Porque não há”, disse o advogado.

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