
Advogado Matheus Milanez
Rosinei Coutinho/STF
A defesa do General Heleno questionou o o uso de uma agenda de Heleno como prova, assim como negou a infiltração de agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A PGR diz que o general fazia estudos para o arcabouço legal do golpe.
Para o defensor, no entanto, "essa agenda era somente um suporte da memória do próprio general" e não era utilizada nas reuniões de trabalho do governo.
A acusação afirma que a agenda continha anotações propondo, por exemplo, que a Advocacia-Geral da União (AGU) fizesse um parecer que desse respaldo ao descumprimento de ordens judiciais.
Outro ponto contestado pela defesa de Heleno foi o fato de ele ser citado como integrante de um gabinete de crise após um eventual golpe de Estado não significa que ele tenha participado da elaboração dessa proposta.
"Por que a Polícia Federal não trouxe conversas de que o general Heleno estaria junto na trama golpista? Porque não há”, disse o advogado.
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