
Bandeira da Dinamarca na Groenlândia
REUTERS/Marko Djurica
Resumo
Aliados europeus, como França e Alemanha, articulam plano de resposta frente à ameaça dos Estados Unidos de anexar a Groenlândia, enquanto a Europa busca conter as ambições do presidente americano Donald Trump na região.
Anexação militar da Groenlândia pelos EUA, atualmente sob soberania dinamarquesa, provocaria impacto significativo na aliança da OTAN e intensificaria divergências entre Trump e líderes europeus.
Líderes de países europeus e Canadá expressam apoio à Groenlândia, reforçando que o território pertence ao seu povo, enquanto Dinamarca coordena esforços diplomáticos em busca de apoio dos aliados.
Aliados, incluindo França e Alemanha, estão trabalhando em estreita colaboração em um plano de resposta caso os Estados Unidos concretizem sua ameaça de anexar a Groenlândia, enquanto a Europa busca lidar com as ambições do presidente americano Donald Trump na região.
Uma anexação da Groenlândia pelas forças militares dos EUA, que a teriam tomado de um aliado de longa data, a Dinamarca, causaria grande impacto na aliança da OTAN e aprofundaria a divisão entre Trump e os líderes europeus.
Uma fonte do governo alemão afirmou para a Reuters separadamente que a Alemanha está "trabalhando em estreita colaboração com outros países europeus e com a Dinamarca nos próximos passos em relação à Groenlândia".
Um alto funcionário europeu afirmou que a Dinamarca deve liderar o esforço para coordenar uma resposta, mas "os dinamarqueses ainda não comunicaram aos seus aliados europeus que tipo de apoio concreto desejam receber", disse o funcionário, falando sob condição de anonimato.
Líderes das principais potências europeias e do Canadá manifestaram apoio à Groenlândia esta semana, afirmando que a ilha ártica pertence ao seu povo, após uma nova ameaça de Trump de tomar o território.
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