Jornal da Band

Band e ACNUR lançam campanha de doações à Venezuela; saiba como ajudar

Iniciativa visa mobilizar ajuda humanitária para auxiliar as equipes da Agência da ONU para Refugiados que atuam nas áreas devastadas pelos recentes abalos sísmicos no país vizinho

Da redação
DA REDAÇÃO

26/06/2026 • 22:58 • Atualizado em 26/06/2026 • 22:58

Diante da grave crise humanitária agravada pelos terremotos que atingiram a Venezuela nos últimos dias, o Grupo Bandeirantes e a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) uniram forças para lançar uma campanha de arrecadação de doações. O objetivo é fortalecer o suporte logístico e o atendimento às famílias atingidas pelos desabamentos e destruição de infraestrutura.

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Os recursos arrecadados serão direcionados para auxiliar diretamente o trabalho das equipes de campo da ACNUR, que já atuam no socorro às vítimas e no amparo às populações em situação de maior vulnerabilidade. A agência tem trabalhado para prover abrigo, alimentação e cuidados básicos de saúde em meio ao cenário de devastação urbana registrado, especialmente em La Guaira e Caracas.

Como contribuir com a campanha

A campanha de solidariedade conta com a participação do Instituto Band, que reforça a importância da mobilização da sociedade brasileira. Para realizar a sua doação e apoiar as equipes de socorro que estão em solo venezuelano, basta apontar a câmera do seu celular para o QRCode que aparece no vídeo acima.

Ao escanear o código, o telespectador será redirecionado para a página oficial da ACNUR, onde encontrará as orientações e os canais seguros para efetivar a colaboração.

Terremoto na Venezuela

Os terremotos de magnitude de 7,5 e 7,2 que atingiram a Venezuela na noite desta quarta-feira (24) deixaram ao menos 920 mortos e 3260 feridos, informou a presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, na tarde desta sexta-feira (26).

O epicentro dos tremores, com diferença de 40 segundos, foi detectado a cerca de 160 quilômetros a leste da capital, Caracas, no município de Montalbán, no estado de Carabobo, na região central da Venezuela. O terremoto teve uma profundidade de 13,2 quilômetros, por isso foi classificado como um sismo superficial, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) - um dos tremores foi o mais forte registrado no país em 126 anos.