O Banco Central anunciou nesta quinta-feira um novo aumento na taxa básica de juros, elevando o número para 15% ao ano – o maior patamar em quase duas décadas. Segundo a colunista Juliana Rosa, a decisão, que surpreendeu a maioria, ainda que não de forma esmagadora, visa encarecer o crédito em um cenário onde a inadimplência tanto de pessoas físicas quanto de empresas vem crescendo.
"Foi surpresa para a maioria porque as pesquisas estavam mostrando que havia 60% a 40% de apostas entre manutenção de juros e uma alta de 0,25 ponto percentual", disse a comentarista.
Além de controlar a inadimplência, o objetivo principal do Banco Central, segundo Juliana, é "forçar a queda da inflação". Ela também mencionou que o mercado de trabalho permanece forte, o que sugere uma complexidade adicional no contexto econômico atual.
A autoridade monetária alertou que este deve ser o último aumento de juros no ano, mas sinalizou que a taxa elevada será mantida por um período prolongado para garantir a eficácia no controle inflacionário. "Mostrando que eu não posso baixar a guarda da inflação", indicando a necessidade de vigilância contínua sobre a inflação.
Em comparação internacional, o Brasil agora tem a segunda maior taxa de juros do mundo, ficando atrás apenas da Turquia, quando descontada a inflação. A incerteza global, exacerbada por conflitos como a guerra no Oriente Médio, também foi citada pelo Banco Central como um dos fatores que influenciam a política monetária atual.Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br
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