Hugo Motta queria ajuda para um empréstimo de R$ 22 milhões para a cunhada. Foi ao Master. Ciro Nogueira negociou pagamentos mensais que chegaram a R$ 500 mil. Com o Master. Flavio Bolsonaro queria financiar o filme sobre o pai dele. Foi ao Master.
Jacques Wagner resolveu comprar um apartamento para a filha. Foi ao Master. Caronas de avião, favores, gentilezas, cortesias, se é que me entende sempre do Master. Tem dezenas de banco neste país. Mas quando esses políticos precisaram de dinheiro, o GPS deles apontou para o Master.
E na única vez em apareceu um banco público na história, o BRB, era para ajudar o Master. Aí você pergunta por quê, e a resposta dos políticos vem pronta: "Foi tudo feito dentro da mais absoluta legalidade". Você fica convencido com essa resposta?
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