A recente inauguração de uma loja na China que oferece mais de 100 modelos de robôs humanoides marca uma nova era na relação entre humanos e máquinas.
Esses robôs, que já são utilizados em bares, hotéis e fábricas, podem realizar tarefas domésticas simples como fazer café ou até mesmo substituir animais de estimação dentro de casa.
Os modelos disponíveis na loja variam em funcionalidades e preços, começando em torno de 23 mil reais. Um dos robôs é capaz de trocar sua própria bateria, evidenciando o avanço da autonomia tecnológica.
O governo chinês, reconhecendo o potencial da robótica, investiu mais de 20 bilhões de dólares no setor como parte de uma estratégia para lidar com o envelhecimento da população. Um representante do país na ONU defendeu que "a inovação deve contribuir para a equidade global e o desenvolvimento sustentável".
Enquanto isso, do outro lado do oceano, iniciativas brasileiras, ainda que com recursos limitados, buscam desenvolver robôs humanoides com tecnologia 100% nacional.
O projeto chamado 14 Bis é um exemplo de inovação que nasce da criatividade e persistência, sem grandes subsídios financeiros. O desenvolvimento do robô custou cerca de 100 mil reais, recursos que saíram do bolso do próprio criador.
Apesar das dificuldades financeiras, a insistência em tais projetos destaca a importância do investimento em inovação tecnológica para a competitividade do país.
Essas tecnologias, além de impulsionar o setor econômico, podem trazer benefícios sociais significativos.
*Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.
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