Trump assinou quase 100 ordens executivas ao retomar o poder nos EUA
O republicano é o 47° presidente da democracia americana

O comboio de Donald Trump deixou a Blaire House, a casa de hóspedes do presidente dos Estados Unidos, por volta das 11 da manhã no horário de Brasília. A primeira parada foi a igreja de Saint Johns. Ele chegou acompanhado da esposa Melania.
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Entre os convidados, grandes empresários e os donos das maiores empresas de tecnologia do mundo. Mark Zuckerberg, dono da Meta, e Jeff Bezos, dono da Amazon e do jornal Washington Post.
Depois, Trump e Melania seguiram para casa Branca para o tradicional chá com o presidente Joe Biden e a esposa Jill Biden. Um encontro que não aconteceu em 2021, na posse de Joe Biden porque Trump, derrotado, não quis fazer a passagem de bastão.
Biden também manteve outra tradição: deixou uma carta escrita à mão para Donald Trump, no salão oval. O novo e o ex-presidente americano seguiram juntos para o Capitólio, onde Trump e JD Vance fizeram o juramento numa sessão fechada. Trump jurou sobre duas bíblias, uma delas dada pela mãe em 1955 e a outra pertencia a Abraham Lincoln.
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Mais de 600 pessoas estavam presentes. Ex-presidentes, como George W Bush e Barack Obama, que não foi acompanhado da esposa Michele Obama. Depois da posse, o discurso. Trump afirmou que a era de ouro dos Estados Unidos começava hoje e disse que o país voltaria a ser respeitado em todo o mundo.
Donald Trump é o 47° presidente da democracia americana. É o seu segundo mandato. Ele volta a ser o presidente mais velho a assumir o cargo. No primeiro dia, o republicano assinou quase 100 ordens executivas.
São como as medidas provisórias no Brasil. A primeira: começar imediatamente um grande programa de deportação em massa e enviar tropas para a fronteira dos Estados Unidos com o México. Além de acabar com o direito de crianças estrangeiras serem americanas.
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Também assinou o perdão aos apoiadores que participaram da invasão ao Capitólio, naquele seis de janeiro de 2021. Por causa da mudança de última hora para um evento fechado por causa do frio, muitos apoiadores de Donald Trump encararam um tempo negativo e longas filas para acompanhar de perto o presidente eleito num ginásio de basquete aqui em Washington.
