A tragédia, o massacre, o genocídio ou a limpeza étnica - ou seja lá que nome se dê a essa calamidade parece não ter mesmo limites em Gaza.
Os protestos, a indignação pelo mundo, inclusive entre israelenses - não influem no ânimo destruidor de Netanyahu, seus planos e suas forças com as bençãos do amigo Donald Trump.
E com requintes como este, além dos bombardeios intensos, de suspender a entrega de alimentos na região para forçar a expulsão de um milhão de palestinos que vivem na Cidade de Gaza.
Os números do massacre crescem - já passa de 60 mil palestinos mortos - ao lado de outras informações chocantes, como a de que o poder de destruição dos bombardeios no Norte de Gaza já equivale a cinco bombas atômicas, vale repetir, cinco daquelas que caíram sobre Hiroshima e Nagasaki, na segunda guerra mundial.
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