
Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF)
Antonio Augusto/STF
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, manteve nesta segunda-feira (7) a prisão preventiva do homem condenado por participar da tentativa de explosão de um caminhão-tanque próximo ao Aeroporto de Brasília em dezembro de 2024.
Segundo a investigação, Alan Diego dos Santos foi o responsável por depositar o explosivo no eixo esquerdo do veículo, que estava estacionado nas imediações do aeroporto. Ele foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJ-DFT) pelos crimes de explosão e incêndio. Não cabem mais recursos contra a condenação.
A investigação foi enviada ao STF para análise de crimes contra o Estado Democrático de Direito. Ele foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República por crimes como tentativa de abolição do Estado de Direito e golpe de Estado e, por isso, recebeu um pedido de prisão preventiva, cumprida em 27 de junho.
Para Moraes, a liberdade de Alan Diego representaria risco à ordem pública. "Estão inequivocamente presentes os requisitos necessários e suficientes para a manutenção da prisão preventiva, apontando, portanto, a imprescindível compatibilização entre a Justiça Penal e o direito de liberdade”, disse na decisão.
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