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Muro, prisões e deportações: Kast segue roteiro Trump em propostas no Chile

Ele propôs a construção de prisões de segurança máxima, aumento das penas para os infratores da lei e o fim dos "narcofunerais"

Da redação
DA REDAÇÃO

15/12/2025 • 09:10 • Atualizado em 15/12/2025 • 09:10

José Antonio Kast

José Antonio Kast

REUTERS/Rodrigo Garrido

José Antonio Kast, presidente eleito do Chile, adotou uma plataforma política prometendo reprimir a imigração, construir um muro na fronteira, melhorar a segurança no Chile, incluindo a construção de prisões de segurança máxima e flexibilizar leis trabalhistas durante a campanha.

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Antonio Kast, com essas propostas, segue uma cartilha desenhada por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, que também rendeu vitória para Javier Milei na Argentina.

Kast prometeu construir uma força policial especializada nos moldes do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA), encarregada de rastrear imigrantes irregulares e deportá-los rapidamente.

Ele propôs a construção de prisões de segurança máxima, aumento das penas para os infratores da lei, o fim dos "narcofunerais", uma revisão da forma de aplicação de legítima defesa e a criação de uma força especial para recuperar zonas do país dominadas pela criminalidade.

"Iremos fechar as fronteiras em todos os lugares onde houver passagens irregulares", afirmou Kast, como parte do seu Plano Escudo Fronteiriço.

Kast já afirmou que revogaria os direitos limitados ao aborto no Chile e proibiria a venda da pílula do dia seguinte.

O plano econômico dele inclui leis trabalhistas mais flexíveis, cortes nos impostos corporativos e menos regulamentação (embora se espere que ele modere os cortes de gastos considerados irrealistas) à medida que reformula sua plataforma para incorporar as de seus principais rivais de direita.

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