
Trump
REUTERS/Brian Snyder
Em discurso a deputados republicanos em Washington, o presidente Donald Trump afirmou que nenhuma nação é páreo para o poder militar americano após a captura de Nicolás Maduro. O republicano negou que os Estados Unidos estejam em guerra com a Venezuela e descartou a realização de novas eleições no país vizinho nos próximos 30 dias.
EUA no controle da transição venezuelana
Trump destacou que a operação comprovou a sofisticação e a rapidez das armas dos Estados Unidos. Durante o evento no Kennedy Center, o presidente detalhou a ação ocorrida no último sábado (3) e ironizou a postura de Maduro, classificando-o como um ditador violento.
O presidente americano anunciou que uma força-tarefa supervisionará o envolvimento direto na Venezuela. O grupo inclui o vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado Marco Rubio e o secretário de Defesa Pete Hegseth. Indagado sobre quem detém a palavra final, Trump foi categórico: "Eu".
Resistência em Caracas e audiência em Nova York
Enquanto Trump discursava nos EUA, parlamentares chavistas se reuniram em Caracas para empossar a Assembleia Nacional com mandato até 2031. Nicolás Maduro Guerra, filho do líder deposto, condenou o que chamou de "sequestro" e afirmou que a ação representa uma ameaça à estabilidade política global.
Acusações federais: Maduro e sua esposa, Cilia Flores, respondem por crimes de narcoterrorismo nos EUA.
Defesa no tribunal: Em sua primeira aparição judicial em Nova York, Maduro declarou-se "homem decente" e negou as acusações de tráfico de drogas.
Pedido de apoio: O filho de Maduro exigiu a devolução de seus pais e denunciou ser citado como co-conspirador no processo federal americano.
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