Saúde

O que é coma induzido? Entenda situação do humorista Marquito

Artista de 65 anos sofreu mal súbito enquanto pilotava moto na Zona Norte de São Paulo; sedação profunda é usada para proteger o cérebro e facilitar a recuperação

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27/02/2026 12:27 • Atualizado há 204 dias

O que é coma induzido? Entenda situação do humorista Marquito

O humorista Marco Antonio Ricciardelli, o Marquito, de 65 anos, está em coma induzido após sofrer um acidente de moto na Zona Norte de São Paulo (SP) na última quinta-feira (26).

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O artista, que integra o elenco do ‘Programa do Ratinho’, do SBT, sofreu um mal súbito enquanto pilotava, perdeu o controle da moto e caiu, sofrendo ferimentos no rosto e fraturando uma costela. Ele foi socorrido e levado para um hospital na capital paulista, onde permanece internado.

As buscas por “o que é coma induzido?” estão em alta no Google nesta sexta-feira (27) e a Sala Digital responde às principais perguntas sobre a prática.

O que é coma induzido?

O coma induzido é um estado de sedação farmacológica profunda, provocado por medicamentos anestésicos e sedativos administrados de forma controlada pela equipe médica em ambiente de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

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Diferentemente do coma decorrente de doença ou lesão neurológica espontânea, esse procedimento coloca o cérebro em uma espécie de “hibernação”, reduzindo a atividade cerebral e o metabolismo para poupar energia e favorecer a recuperação após traumas ou cirurgias complexas.

Esse tipo de sedação contínua é com monitoramento rigoroso de sinais vitais, função respiratória e parâmetros neurológicos.

Ferramenta usada em casos graves

O coma induzido não é uma doença, mas uma ferramenta terapêutica usada em situações de saúde muito graves, como acidente vascular cerebral (AVC), infarto, pneumonia severa, traumatismos cranianos ou após procedimentos cirúrgicos delicados.

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Embora funcione como medida de proteção, a sedação profunda envolve riscos e possíveis complicações, o que exige avaliação constante da equipe médica sobre o momento adequado de manter ou reduzir as doses dos medicamentos.

Paciente não sente dor e despertar é gradual

Em um estado de inconsciência profunda, o paciente geralmente não ouve, não sente dor e não interage com o ambiente, porque está sob efeito de sedativos potentes; em níveis mais leves de sedação, porém, ele pode ter breves lampejos de consciência.

O tempo necessário para que alguém desperte de um coma induzido varia de acordo com fatores como a gravidade do quadro, a resposta individual aos remédios e a evolução do problema que motivou a sedação.

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Por isso, o processo de despertar costuma ser gradual, com redução lenta das doses, permitindo que os médicos observem como o organismo reage e ajustem o tratamento conforme a necessidade, sempre priorizando a segurança e a recuperação do paciente.

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