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Polícia fecha fábricas clandestinas e São Paulo soma 51 prisões por venda irregular de bebidas

As prisões mais recentes ocorreram em Hortolândia e Tatuí, entre sexta (10) e sábado (11)

da Redação
DA REDAÇÃO

12/10/2025 • 11:25 • Atualizado em 12/10/2025 • 11:25

Polícia fecha fábricas clandestinas e São Paulo soma 51 prisões por venda irregular de bebidas

Polícia fecha fábricas clandestinas e São Paulo soma 51 prisões por venda irregular de bebidas

Polícia Civil de São Paulo

Resumo

Prisões e investigações: São Paulo registra 51 prisões por venda irregular ou adulteração de bebidas alcoólicas em 2025, com a criação de um gabinete de crise para enfrentar a intoxicação por metanol, causadora de dez mortes confirmadas.

Operações recentes: Em Hortolândia e Tatuí, operações policiais resultam na apreensão de milhares de garrafas e na prisão de suspeitos envolvidos na produção e venda de bebidas adulteradas.

Ações de fiscalização e saúde: Procon-SP intensifica fiscalização em bares e restaurantes, enquanto a Secretaria da Saúde monitora 185 casos suspeitos de intoxicação por metanol, com 25 confirmados e seis mortes sob investigação.

O estado de São Paulo registrou 51 prisões por venda irregular ou adulteração de bebidas alcoólicas em 2025, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública. O número cresceu após a criação, em 29 de setembro, de um gabinete de crise para investigar casos de intoxicação por metanol, que já resultaram em dez mortes confirmadas.

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As prisões mais recentes ocorreram em Hortolândia e Tatuí, entre sexta (10) e sábado (11). Em Hortolândia, a Polícia Militar encontrou uma fábrica clandestina com mais de 1,2 mil garrafas cheias, além de 8,8 mil vazias, rótulos falsos e galões com álcool. Um homem de 27 anos foi preso. Já em Tatuí, a Polícia Civil prendeu um homem de 42 anos e apreendeu um adolescente de 17 que atuava na adulteração e envase de bebidas destiladas.

O último boletim da Secretaria da Saúde aponta 185 casos suspeitos de intoxicação por metanol, dos quais 25 foram confirmados e 189 descartados. Seis mortes seguem sob investigação.

Paralelamente, o Procon-SP realizou a operação #DeOlhoNoCopo, com a participação de mais de 400 agentes em 92 cidades. A ação fiscalizou mais de mil bares e restaurantes, verificando a procedência das bebidas e orientando consumidores sobre os riscos da contaminação.

Desde o fim de setembro, o governo estadual informa ter apreendido mais de 21 mil garrafas e 105 mil insumos usados na produção irregular. Também foram interditados 13 estabelecimentos suspeitos de adulteração.

As investigações continuam em andamento, e as autoridades afirmam que novas ações de fiscalização devem ocorrer nas próximas semanas.

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